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Aposta da Toyota nas motorizações híbridas não é novidade e assumiu já papel determinante na estratégia do construtor japonês.

A aposta da Toyota nas motorizações híbridas não é novidade e assumiu já papel determinante na estratégia do construtor japonês. Não espanta por isso que chegue agora a vez do RAV4 receber a bem conhecida aliança entre motor de combustão e motor elétrico, tornando-se o SUV no 7.º modelo híbrido da marca. Aos quais devemos ainda juntar os modelos Lexus (a marca ‘premium’), que também incorporam este género de motorização.

No caso do RAV4, esta entrada no mundo híbrido dá-se três anos depois do lançamento da 4.ª geração e é igualmente motivo para atualização do modelo com mais de duas décadas de história na indústria automóvel – foi lançado em 1994. É certo que estamos longe do pequeno e sedutor SUV com a roda suplente no portão traseiro, mas o conceito que toda a gente acabou por adotar ainda existe e está, aliás, mais aguerrido do que nunca.

A Toyota não foi revolucionária nesta atualização. Os responsáveis do ‘design’ fizeram pequenas alterações na frente, como que unindo os faróis dianteiros (em LED) por cima do logo, acrescentaram novas proteções laterais e redesenharam as óticas traseiras, também elas usando tecnologia LED. O interior também foi ligeiramente alterado, ganhando na qualidade de alguns materiais e na utilização do ecrã que domina a consola central (Toyota Touch), cujas informações são complementadas por pequeno ecrã multicor entre o velocímetro e o conta-rotações.

Claro que o mais importante é exatamente o sistema híbrido. A marca utilizou a mesma solução já instalada na Lexus e cuja aliança entre o motor gasolina de 2.5l e o motor elétrico permite chegar aos 197 cv de potência combinada. Como é habitual, estes dois aliados são servidos por caixa automática de variação contínua, que pode sugerir algum esforço do motor quando pisamos decidida e prolongadamente no acelerador. Nada que o hábito não corrija. E esse dirá que o Rav4 Hybrid é companheiro para longas viagens, mas também para o exigente trânsito citadino. Onde o modo elétrico, silencioso, ecológico e sem gastar combustível é um belo trunfo.

Publicada em 03/02/2016 - 15:35 por Carplace